sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Nem sempre ele poderá evitar um tropeço nosso, mas

poderá nos amparar quando nos ver caindo, amenizando o

impacto da queda. Poderá nos estender a mão para nos

ajudar depois, ao invés de simplesmente balançar a cabeça,

 como que dizendo: “eu te avisei...” Nem sempre sabemos

ouvir a voz da razão, e preferimos seguir nosso impulso. E

quando for a nossa vez, é lícito que ele espere a mesma

atitude de nossa parte. Amizade apenas exige sinceridade e

reciprocidade e, claro, seriedade. Não interessa muito saber

quem e o que somos, basta que possamos nos abraçar, em

nome de nossa amizade, e saber que poderemos sempre

 contar com essa amizade como um bálsamo que nos

ajudará a aliviar certas dores, mas que também poderá

festejar conosco nossa alegria.

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